Quando me sento na varanda á noite
com a solidão em que sempre vivi
Minha garganta chama te em vão
E minha alma faminta corre pra ti.
Uma lágrima silenciosa
Percorre o meu rosto cansado
Passa em meu peito
Esconde se no meu coração apertado.
Vazio de ilusões
Milionário de sonhos já vividos
Recordo antigas paixões
Que fizeram vibrar meus sentidos.
Esta angustia de viver
Consome-me pouco a pouco
Este não parar de sofrer
Arrasta-me neste mundo louco.
Quero fugir de mim, não sei pra onde.
Talvez daqui pra lá do mundo
Onde o sofrimento se esconde
E deixar de sentir este mal profundo.

Há gente que fica na história da história d"agente, e outra quem nem o nome lembramos ao ouvir,esta vonade me mata, de fazer de ti a história de mim....
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